
A Polícia Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal um procedimento sobre suspeitas de lavagem de dinheiro que cita Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz. A remessa ocorreu em 8 de outubro, e o caso foi distribuído a Alexandre de Moraes, segundo Poder360 e Metrópoles.
O Poder360, citando reportagem do Estadão, relata que a apuração começou no Rio Grande do Sul e encontrou mensagens que indicariam acesso do senador a uma conta de empresa ligada ao advogado.
O que dizem as defesas
A campanha de Flávio nega que tenha sido aberto um novo inquérito contra ele. Afirma que existe um expediente autuado, ainda dependente de análise da Procuradoria-Geral da República e de decisão judicial.
Willer Tomaz também nega crimes e irregularidades financeiras. Não foi possível consultar a íntegra dos autos. A remessa do procedimento ao STF não constitui conclusão sobre responsabilidade criminal.

